
Com o Brasil empenhado em recuperar mais de 12 milhões de hectares na próxima década e o Pará entre os estados com maior área passível de restauração, uma nova cartilha busca enfrentar o principal gargalo da cadeia: o acesso a sementes e mudas de qualidade.
O material intitulado “Sementes para restauração florestal Biocultural” oferece capacitação para coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes, além de orientar a construção de viveiros e a produção de mudas florestais, valorizando o protagonismo de populações e comunidades tradicionais no processo de restauração.
Produzida a partir do Projeto Restaurando a Mata, coordenado pelo Museu Paraense Emílio Goeldi e pelo Instituto Iniciativa Amazônia, a cartilha reúne colaborações da Ufopa, IBAMA/PrevFogo e organizações indígenas e comunitárias do Baixo Tapajós.
A autoria é dos pesquisadores do NEXUS Everton Almeida Cristo (UFOPA) e Jéssica Anastácia Medeiros dos Reis (INIAMA) com a colaboração do Conselho Indígena Tupinambá (CITUPI), da Associação de Moradores de Muratuba
Associação de Moradores e Produtores e da Associação Agroextrativistas da Comunidade de Jauarituba.
A iniciativa visa fortalecer a geração de renda local e incentivar a participação direta de moradores na recuperação da vegetação amazônica, especialmente na região do Tapajós.
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